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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Arcania: Gothic 4


A simplificação é a fórmula para o sucesso nos consoles e no PC


Depois de três jogos no comando da série Gothic, a desenvolvedora Piranha Bytes “abandonou o barco” e partiu para outros projetos. Aliás, temos que notar que o terceiro episódio chegou ao mercado carregado de problemas, os quais fizeram com que muitos perdessem o ânimo para uma continuação.
Mas transformações acontecem e a empresa Spellbound se propôs a continuar a história deste universo tão apreciado pelos fãs. Arcania: Gothic 4 (conhecido antes como “A Gothic Tale”) aproveitará toda a mitologia estabelecida anteriormente e até respeitará alguns pontos como o mundo aberto — tão tradicional dentro da franquia — mas promete uma verdadeira revolução, com o propósito de obter êxito no mercado.
A primeira delas é o desenvolvimento do game em formato multiplataforma. Isto mesmo, Gothic 4 será lançado pela primeira vez nos consoles, ao lado da tradicional versão para computadores.
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O conto de um corrupto
O personagem sem nome que figurou nas outras aventuras não foi abandonado. O problema é que ele agora é o vilão, o rei corrupto que destruiu a vida dos milhares de moradores do condado (consideravelmente menor do que o do terceiro jogo, mas em contrapartida bem mais conciso e populoso). Como a narrativa se desenvolve dez anos após o episódio anterior, os fãs se depararão com muitas faces familiares, incluindo Gorn.
No papel do herói surge outra figura lendária (mas também sem um nome), a princípio um mero morador da ilha Feshyr que parte em busca de exploração. Aliás, a intenção da desenvolvedora é fazer com que os jogadores possam explorar tudo o que veem pela frente, dos piores pântanos até as mais belas paisagens.
E se o assunto é a beleza dos cenários, temos na vila alguns dos maiores exemplos, com objetos e detalhes espalhados por todos os cantos. É ela que o amparará com o treinamento básico para o que virá pela frente, tanto em termos de coleta de itens quanto de combate, que mais uma vez se desenvolve em tempo real.
Variedade em alta
Tratando mais especificamente das lutas, os jogadores poderão recorrer à câmera em terceira pessoa para visualizarem exatamente o que se passa em redor. As criaturas poderão ser atacadas por meio de uma série de técnicas, que vão de golpes diretos ao uso de magias.
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Espadas surgem em diferentes formatos e pesos. Algumas permitem ataques rápidos e precisos, enquanto aquelas empunhadas em duas mãos são lentas, exigem força em cada ataque, mas compensam com alto dano sobre o oponente. O interessante é que é possível trocar rapidamente entre um kit de equipamentos e outro.
É o caso de um ataque de espada seguido de flechadas disparadas. Você causa dano alto, recua e dispara distante, garantindo sua segurança. O que dita a sequência de golpes é o ritmo com o qual o botão é pressionado e a habilidade aberta pela “skill tree”. Ela influencia diversos atributos e abre espaço para novas técnicas.
Cada tipo de magia carrega um efeito colateral para o inimigo. Eletricidade paralisa, o fogo causa dano contínuo e o gelo reduz drasticamente a velocidade dos movimentos daqueles que são atingidos. Em termos de defesa é possível rolar rapidamente para os lados ou recorrer ao escudo, o que nem sempre é uma boa ideia.
Um convite para os novatos
Com todas estas mudanças, uma coisa deve ficar bem clara: a intenção da desenvolvedora é tornar o jogo bem mais amigável ao público em geral, principalmente para os novatos que mergulharão na saga apenas com este episódio. Comandos foram simplificados, poções não necessitam de tanto tempo para recuperação (o que torna as lutas muito mais dinâmicas) e a própria navegação pelas missões está mais clara, com indicadores concretos — que podem ser desligados caso o jogador deseje.
O próprio deslocamento foi otimizado, já que os pontos de teletransporte foram duplicados. A localização deles foi aproximada dos grandes centros urbanos do game, algo que permite uma exploração facilitada de masmorras e cavernas, já que uma corrida rápida até a loja serve para que se reestabeleça os itens do inventário.
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Um projeto promissor
O jogo possui gráficos chamativos para um RPG com um porte tão grande. Há ciclos dinâmicos entre dia e noite, ao lado de iluminação convincente com sombras formadas pelas árvores e pelo restante da vegetação, junto com detalhes que mostram a existência de outros personagens habitando as terras.
Jogadores podem esperar por uma longa campanha, ao lado de missões opcionais, mini games extras e outras novidades. A desenvolvedora Spellbound espera ter o jogo pronto até o dia sete de setembro deste ano.

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