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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Crackdown 2


O caos metropolitano levado às últimas consequências



O primeiro Crackdown podia ostentar pouca coisa além de ser “o primeiro jogo de mundo aberto para a sétima geração”. Não que encarnar um policial com poderes paranormais não fosse interessante, mas, em uma era pós-GTA IV, é claro que apenas isso não é mais o suficiente.
Crackdown 2 precisa polir a ideia do primeiro título para manter-se competitivo frente a jogadores que já não ficam deslumbrados por perambular livremente por uma cidade caótica. Será que a Ruffian Games — devidamente “apadrinhada” pela Microsoft — consegue fazer isso? Bem, aparentemente, sim.
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Em primeiro lugar, vamos ao que se manteve: Pacific City. O caótico ambiente urbano semifuturista do primeiro game ainda é o seu campo de batalha. Contudo, existem mudanças. A principal delas provavelmente é o misterioso vírus que se espalhou pela cidade, criando toda uma turba de aberrações genéticas — morlocs, por falta de uma definição melhor, já que as criaturas não sobrevivem à incidência direta dos raios do Sol.
Como a força policial de Pacific City, The Agency, tem sido incapaz de conter a ameaça mutante, surge um terceiro elemento no triângulo de poder de Crackdown 2: o grupo de resistência Cell, que conta com um modus operandi próprio para livrar a cidade das aberrações.
Bem-vindo a Pacific City
Img_originalEm Pacific City, você encarna um sujeito recentemente integrado ao efetivo da Agency. Como era de se esperar, antes de sair caçando aberrações em uma tentativa desesperada de fazer a paz retornar, você passará por um tedioso, porém necessário, tutorial. A fim de inteirá-lo sobre a utilização de armas e as interações com o cenário, o jogo escala um tutor estilo “linha dura”.
Entre as mecânicas mais básicas, está o funcionamento da barra de energia de Crackdown 2. Nada realmente muito diferente aqui: trata-se do bom e velho medidor estilo Gears of War, que regenera o personagem após algum tempo. Entretanto, sob fogo cerrado, será bem possível que você tombe antes de a barra sequer começar a se recompletar.
Armas!
Inicialmente, o seu agente traz consigo apenas o rifle padrão da Agency e uma armadura. Embora a arma seja bastante útil e tenha o carregamento rápido, digamos que ela não representa um estrago muito grande. Mas isso melhora com o tempo, é claro. Conforme você dispara seu rifle e explode coisas, seu recruta evolui. Para um soldado de nível superior, a caixa de pandora da Agency se abre.
Várias novas armas foram demonstradas recentemente, com destaque para a escopeta de raios UV (ultravioleta). Embora seja ineficaz contra humanos normais, a carga de raios ultravioleta disparada contra a corja mutante do jogo faz um enorme estrago. Além disso, a escopeta é capaz de criar energia cinética, bastante útil para fazer alguns carros e demais elementos do cenário alçarem voo.









Ainda, existe a criativa mag grenade, um explosivo de detonação remota que se adere aos objetos e que pode ser utilizado de uma infinidade de formas, como para criar um mangual feito com um poste e um carro ou mesmo um estilingue gigantesco — aqui é a sua criatividade quem manda. Entre as novidades, também aparece a wingsuit, uma roupa que permite que o usuário plane a uma velocidade segura, útil para lançar bombas sobre cabeças mutantes, por exemplo.
Caos sobre rodas
Além de tudo isso, existem os veículos, é claro. Crackdown 2 reserva uma miríade de meios de transporte, desde o automóvel padrão da Agency até caminhões, “supercarros” e outros mais interessantes, como o helicóptero da agência, armado com metralhadoras e lançadores de mísseis — perfeito para desertificar uma área em questão de segundos.
Já o tanque de guerra é um enorme demônio de metal sobre quatro rodas, ótimo para atravessar hordas de aberrações. Contudo, mesmo com todas as variedades bélicas, dirigir em Crackdown não é algo realmente digno de nota: trata-se de um estilo essencialmente arcade — tão responsivo quanto simples de se aprender.
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Um belo cenário para um caos multiplayer
Crackdown 2 traz uma acentuada melhoria gráfica em relação ao seu antecessor. Os detalhes, texturas e interações físicas parecem já bastante afinados e com um quê de originalidade. Certamente, um ótimo ambiente para encontrar os amigos... e tornar Pacific City ainda mais caótica.
A desenvolvedora Ruffian Games confirmou recentemente a existência de um modo cooperativo para até quatro jogadores — que não necessariamente precisaram atuar em conjunto —, sempre com a possibilidade de entrar e sair do universo de jogo. Também serão incluídos um modo Deathmatch para até 16 jogadores e um novo modo chamado Rocket Tag, sobre o qual nada foi dito até o momento.
Crackdown 2 tem lançamento previsto para o dia 6 de julho. Aguarde novidades aqui no Shinobi Wars.

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