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terça-feira, 17 de agosto de 2010

Warhammer 40.000: Space Marine


Conheça Titus, o suprassumo da engenharia genética




Em um futuro distante, a colonização de outros planetas não será mais obra de ficção científica. Longe disso. Além de expandir os nosso horizontes consideravelmente, nós, a seres humanos, ainda teremos bases instaladas para fins bem específicos em locais distantes. Uma delas, por exemplo, pode arrastar toda uma instalação fabril para um planeta cujo único propósito será o de produzir armamentos para tropas interestelares.
Parece improvável? E se nós dissermos ainda que os soldados terão braços gigantescos, pesadas armaduras e um arsenal que mescla poderio de fogo com serras e um oportuno soco inglês? Ok, é verdade: excetuando-se aí o soco inglês, todo o resto se parece muito com Gears of War. Mas é exatamente essa a proposta da Relic Entertainment para o seu Warhammer: 40.000 Space Marine: um shooter sangrento ambientado em um planeta hostil.
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Por que hostil? Bem, surge aí outra diferença em relação à violência perpetrada por Marcus Fenix. Aqui os odiosos locust dão lugar aos clássicos inimigos de mundos de fantasia, os orcs. Além disso, os fuzileiros de Space Marine parecem algo mais durões que a companhia de Fenix, já que sequer existe um sistema de cobertura aqui — para quê um se você é tremendamente poderoso e resistente?
O suprassumo da engenharia genética
Conforme mencionado acima, em Warhammer 40.000: Space Marine a raça humana, a fim de manter a hegemonia sobre a vastidão do espaço, transformou todo um planeta em uma imensa fábrica de artigos bélicos. Desnecessário dizer, trata-se de um ponto estratégico de excessivo valor, e que jamais deveria cair nas mãos dos inimigos — sob o risco de causar uma reviravolta na guerra. Mas, eis que os orcs se aproximam, e alguém certamente tem que fazer alguma coisa.
Img_originalÉ aí que você surge. Em Space Marine você encarna Titus, um dos fuzileiros enviados para o planeta-forja a fim de colocar um fim na invasão orc. Nada mais óbvio aqui, entretanto. Trata-se do típico soldado extremamente musculoso armado de serras e armas pesadas — um tipo cada vez mais comum nas linhas de frente das desenvolvedoras de shooters, assuma-se.
Conforme mencionado anteriormente, o seu protagonista aqui é um sujeito bastante poderoso — um soldado melhorado geneticamente, mais ou menos como Kurt Russel no filme “O Soldado do Futuro” (sem a parte do lixo, é verdade). E a Relic quer que você sinta isso, é claro. Dessa forma, não faria muito sentido ter que pular com uma enorme armadura para se acocorar atrás de pedras, certo? Pois é, nada de sistema de cobertura aqui — pelo menos nada parecido com Gears of War e tantos outros jogos cuja cobertura deveria ser ativada.
Aliás, seguindo a definição dos fuzileiros espaciais, o seu protagonista deve mesmo ser o suprassumo da engenharia genética: a constituição de um espartano, a honra de um samurai, a fé de um cruzado e, finalmente, a habilidade tática de um centurião romano — a definição vem da própria THQ.




Além disso, esses guerreiros ainda andam com armaduras tremendamente grossas e arsenal desenvolvido por uma raça capaz de manter todo um planeta apenas para desenvolver armas... Pois é, a cobertura parece mesmo ser um tanto desnecessária. Mas, para o caso de alguns chefes e minichefes, o negócio é utilizar a cobertura clássica dos jogos antigos: vá para trás de alguma coisa! No restante do tempo, basta atropelar criaturas e destroços indistintamente.
Mais de 15 armas à disposição... Mais os punhos!
Tudo bem, o seu fuzileiro espacial é poderoso, mas certamente não é imortal. É aí que entra em cena um arsenal com aproximadamente 15 armas diferentes, sendo que você pode carregar até duas simultaneamente — além de uma arma para ataques corpo-a-corpo.
O sistema de evolução das armas parece bem oportuno e intuitivo: quanto mais você utilizar uma arma, mais poderosa ela se tornará, ganhando novos visuais e mais poder de fogo. Além disso, conforme evolui, um armamento ainda desbloqueia novos itens e habilidades. Uma arma de plasma, por exemplo, ao ganhar níveis, pode servir como projétil de área, acertando tudo dentro de um raio considerável.
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Mas nem tudo são disparos aqui. Afinal, se o negócio aqui é jogar clones dos astros do filme “Mercenários” em um planeta distante, então é natural que eles possam contar também com os punhos... Ou qualquer coisa que se acople a eles. Para tanto, você terá um soco-inglês, martelos e uma ampla variedade de espadas.
Cada uma dessas armas permite um tipo exclusivo de ataque, normalmente com efeitos bem repulsivos. Em uma sequência, Titus ergue um pequeno orc e corta seus membros foras, enquanto enfia a lâmina no peito de um inimigo maior para jogá-lo ao chão e, em seguida, pisotear a sua cabeça. Pois é, além das virtudes já enumeradas, os fuzileiros parecem ter a elegância de um Jack (MadWorld)
Por fim, a palavra-chave para Space Marine parece ser “variedade”. Afinal, em vez de passar o jogo espalhando cartuchos vazios pelos cenários, você também poderá pisotear sobre as cabeças de pobres orcs enquanto garante a manutenção da hegemonia humana através do espaço.
O lançamento de Warhammer 40.000: Space Marine está previsto para o início de 2011. Aguarde novidades.

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