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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Pirates of the Caribbean: Armada of the Damned


Censura livre? Não neste jogo de Piratas do Caribe



São poucos os games que conseguem cativar os jogadores com base em histórias visualizadas em longas-metragens famosos. A saga de Piratas do Caribe é bastante expressiva no mundo do entretenimento, e espera-se que Armada of the Damned consiga conciliar o charme do contexto com uma jogabilidade curiosamente violenta e chamativa.
Nos últimos tempos, muitos críticos de jogos eletrônicos — como os sites GameSpot, IGN e Worthplaying — obtiveram informações preciosas sobre o novo título desenvolvido pela Propaganda Games. Segundo os últimos dados, a diversão estará presente na maior parte dos pilares deste mix entre ação e elementos RPG.
Ahoy, matey!
No que diz respeito à incorporação de um pirata, tudo indica que as decisões feitas ao longo do caminho serão cruciais. Progredir como um “bucaneiro” levará o personagem — o infame Capitão Sterling — a atingir uma das seguintes reputações: lendário ou temeroso (dreaded). Nada a ver com a velha história de ser bom ou mau.




Piratas lendários se preocupam com suas imagens perante os demais criminosos marítimos e estão sempre nas mentes dos outros. Por outro lado, os “flibusteiros” temerosos são aqueles que fazem as coisas do jeito que querem e não se importam com os companheiros. Mas ambos podem agir de boa ou má vontade. Tudo depende do jogador.
É interessante constatar que os efeitos dessas decisões afetam tanto a aparência do personagem — armas e roupas — quanto o navio comandado. Se você tentar se tornar uma lenda dos sete mares, vai perceber que tudo levará à exploração do Caribe em um navio chamativo. Agora, se você optar por causar o medo nos demais piratas, sua embarcação será muito mais apavorante, possivelmente feita por madeira... E ossos humanos.
Outro aspecto curioso é que nem sempre é claro o rumo que o gamer está tomando. Escolher certas falas durante conversas é, com certeza, algo que influencia de forma direta na saga do pirata, mas essas escolhas são apresentadas de forma mais “contemplativa”, de maneira semelhante a monólogos internos. Neste jogo, você não encontrará scripts explícitos de diálogos para o delineamento da personalidade do personagem.
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À abordagem!
Os princípios de combate parecem ser bem simples para um game com claros elementos de RPG. Os controles se resumem simplesmente às seguintes opções: ataque leve, ataque pesado e certas habilidades especiais (mais dano). As batalhas são rápidas e bem animadas, com cenas em câmera lenta para o destaque de uma morte mais brutal.
Passando de nível, o gamer tem a oportunidade de desbloquear novas habilidades de acordo com a progressão como lendário ou temeroso. Vale lembrar que a arma secundária depende do alinhamento assumido (lendário: uma espada que pode ser empunhada na mão livre; temeroso: uma âncora gigante, capaz de rebater os oponentes para trás). Sim, há armas de fogo, como espingardas de cano duplo. Além disso, é possível melhorar manualmente o uso das armas escolhidas pelo jogador.
Quanto às missões, espera-se que as tarefas a serem cumpridas sejam satisfatórias e envolventes. Por exemplo: buscando por partes para a construção de um navio, o pirata deverá cumprir um objetivo secundário, abrindo caminho em meio a pessoas mutantes — metade humano, metade caranguejo — rumo à substituição de um artefato localizado em um vulcão no meio da ilha para salvar os cidadãos. Curioso, não?
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Enquanto é possível dialogar com alguns desses seres, outros não querem saber de conversa. Depois de participar de vários combates, você terá a oportunidade de embarcar em uma batalha épica contra um “chefe-caranguejo”. É claro que existe a chance de não tomar parte dessa enrascada e deixar que o local seja arruinado pela “praga”.
Há quem diga que Armada of the Damned chegue aos usuários das plataformas PC, PlayStation 3 e Xbox 360 apenas no ano que vem, mas pode ser que a Disney Interactive Studios consiga lançar o game ainda no fim de 2010.

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