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sábado, 17 de julho de 2010

The Agency



Os elementos de RPG desempenham papel secundário neste MMOFPS



Depois de se aventurar pelos territórios dos MMORPGs e de lançar grandes projetos, a exemplo de Everquest, a Sony Online Enterteinment (SOE) está se armando para mudar o cenário dos jogos massivos com um projeto que pende para a ação, abrangendo também muitos dos tradicionais elementos de RPG.
Estamos falando do jogo The Agency, que deve ser lançado até 2011 tanto para computadores quanto para PlayStation 3. Como observado anteriormente em nossas prévias, o game é baseado em perspectiva de primeira pessoa, fazendo com que ele se pareça muito mais com os jogos modernos de tiro do que com um MMO em seu sentido clássico.
Tal foco faz com que a habilidade do jogador (nos controles) continue em primeiro plano, como fator decisivo para seu sucesso, em vez de fazer com que níveis e recursos ofusquem o ritmo de seu personagem — algo que pode ser observado em jogos como Borderlands, no qual o desenvolvimento do personagem pelo sistema de RPG é obrigatório aos que desejam obter sucesso.
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Equilíbrio de forças
É por meio dessa mentalidade de desenvolvimento que a empresa pretende balancear as forças dos novatos com os veteranos. E já que o assunto é o combate direto, a Sony revelou no mês passado a estrutura para as partidas de jogadores contra jogadores, conhecida como PvP pelos especialistas no gênero.
Os participantes entrarão em um mundo em constante mudança, tendo que coletar periodicamente as missões e tarefas passadas pela organização superior (ParaGON ou UNITE). Depois de partirem rumo aos seus objetivos, será possível recrutar apoio de aliados, já que do outro lado dezenas de jogadores estarão lhe aguardando para um massacre.
Em termos brutos de jogabilidade, The Agency oferece controles leves sobre os armamentos e ressalta a importância da mira, já que tiros na cabeça causam um estrago bem maior sobre os alvos. Há ainda um sistema de cobertura, ao lado de outros sistemas que funcionam bem tanto nos consoles quanto nos computadores, já com o apoio de um mouse e de um teclado.




Os diferenciais por classe
Até o momento, cinco classes foram mostradas durante as demonstrações da Sony. Apesar de o jogo depender muito mais da sua capacidade (como observamos acima), é claro que as habilidades extras de cada um dos personagens podem ajudá-lo prontamente.
A primeira classe é a Recon, de reconhecimento. Ela traz um rifle de alta precisão, permitindo assassinatos à distância e deslocamento rápido para a mesma posição dos seus colegas por meio de teletransporte. Outra vantagem é o recurso Oracle: uma vez ativado, ele permite a visualização da posição dos oponentes, mesmo daqueles que estão por trás de paredes.
O principal problema com os personagens da classe Recon é a fraqueza corporal, algo oposto ao mostrado pelos AssaultsEstas feras de combate de curto alcance podem recorrer até mesmo a escudos que param balas (mas não granadas). Seguindo pela mesma linha, os Suppressor conseguem aturar bem mais dano, ainda que não tenham escudos especiais.
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Por fim temos as classes Commander e Gadgeteer. A última ainda não foi revelada. O site Worth Playing especulou que ela pode ser similar à classe de engenheiros vista em jogos como Team Fortress 2, da Valve. Já os comandantes entram em cena para dar suporte para os demais, curando os necessitados ou atirando granadas nos inimigos para paralisar as grandes ondas invasivas.
Tamanha diferença entre os personagens deixa claro um requerimento de The Agency: coordenação tática entre os participantes, que deverão agir em grupos unidos — ou muito bem treinados em rotas paralelas — para poderem sobreviver, já que uma habilidade complementa a outra, sem deixar fraquezas.
Mudanças sutis, mas letais
Com o passar do tempo e com a experiência adquirida, há a possibilidade de melhorar os atributos das habilidades já existentes para cada classe (algo como dano aumentado para granadas ou mais durabilidade para a visão em modo Oracle). Entram em cena níveis de personagens — como em Modern Warfare — e a opção de escolha para missões mais avançadas.
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No que diz respeito aos equipamentos, as opções de personalização serão realmente vastas, incluindo aumentos de velocidade de disparo para rifles, lunetas personalizadas e outros acessórios.
Com tudo o que The Agency oferece até o momento, fica claro que ele possui o necessário para se diferenciar imediatamente dos outros jogos que estão no mercado. Os planos do time de desenvolvimento são voltados ao aprimoramento dos sistemas e à implementação de ainda mais conteúdo. Por ora, o lançamento está programado para o próximo ano, mas ainda não há nenhuma data definida.

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